Thursday, November 26, 2009

Se eu fosse atualizar meu curriculo hoje, minha função seria "Carregadora de piano". :P

Monday, November 23, 2009

Sobre o voluntariado e outras coisas...

Domingo passado fui ser voluntária de uma feira de adoção de cães. Eu sempre procurei uma forma de ajudar, mas sempre o fazia através de doações, nunca ajudei efetivamente nenhuma instituição. Sempre quis ser voluntária, mas temia que não tivesse estrutura emocional para tanto. Até que me surpreendi, e não saí de lá aos prantos como imaginava. Triste sim, pensando naqueles animais todos, mas a com a sensação de ter ajudado, pelo menos um pouquinho.
Só que depois fiquei pensando: será que eu realmente ajudei? Será que eu fiz alguma diferença na vida daqueles seres tão inocentes, maltratados? Será que meio dia do meu tempo foi suficiente? Talvez. Talvez ter ajudado a arrumar os cercados, a separar uma briga, a pegar um no colo tenha sido importante. Mas fazer a diferença, duvido...
Sinto dó de tudo que vejo. Crianças, velhinhos, e principalmente animais. Podem me condenar os que não entendem meu ponto de vista, não ligo. É que, na minha opinião, o ser humano sempre tem escolha. Os animais, não. E cada animal que vejo na rua, cada história de maus tratos que fico sabendo, me fazem chorar, e cada vez crer menos no mundo, no ser humano.
Hoje mesmo, chegando em casa meu pai veio me contar de um cao que ele viu na rua, provavelmente atropelado, andando a esmo. Fiquei a imaginar o que ele estava passando, a fome, a dor, e fiquei perguntando se encontraria uma boa alma que lhe ajudasse. E, quando sou eu mesma que vejo uma cena dessas, fico me perguntando se não deveria ser Eu essa boa alma.
Mas, o que eu posso fazer?? Eu procuro ajudar da maneira que posso: carrego ração e água no carro, e dou para algum cao que vejo, ajudo instituicoes, compro pacotes de ração e levo pros mendigos ali ao lado que têm 20 cachorros e, claro, procuro cuidar da minha Nina o melhor possivel... Mas será que isso é suficiente?? Será que não é hipocrisia sentir pena, chorar, e não pegar, não levar ao vet, não dar um lar provisorio?
Esbarro na questão financeira, que é mais do que impeditiva, e também na questão que não sei bem qual é, mas que impede todo mundo de ajudar. Que faz todo mundo sentir pena, mas impede de ajudar.
Odeio a sensação de que poderia ter feito mais. De que me omiti. Ou será que o que eu procuro fazer, dentro das minhas possibilidades, é suficiente? Não sei... só sei que odeio essa sensação.


Ah, para quem quiser contribuir de alguma forma, segue o site da ONG: www.patinhasonline.com.br

Friday, November 20, 2009

New Moon


Só tenho uma coisa a dizer: SENSACIONAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

PS: Ai que dozinha do Jacob, vontade de levar pra casa... hehe

Sunday, November 15, 2009

Frase do dia

"Mais vale um cara feio com você do que dois caras lindos se beijando".

:P

Wednesday, November 11, 2009

Eu estou tão, tão, TÃO de saco cheio que eu acho que isso tá afetando meu sistema imunologico... faz mais de uma semana que estou gripada, fico melhor, depois piora de novo. Já foi uma grana de farmacia e ate agora nada.

Ferias, PELAMORDEDEUS cheguem logo!

Saturday, November 07, 2009

Eu era super resistente a fazer mais contas em mais ferramentas da internet, (acho que orkut, messenger e email tá bom demais) mas to curtindo a beça o facebook!!!! E ainda mais os joguinhos que ele tem, to viciada no Cafe World e no Farm Ville.

Se alguém aí tiver facebook, me add! :)

Friday, October 30, 2009


Diz a lenda que um dia meu pai estava fazendo a barba, tirou a aliança e colocou em cima da pia do banheiro. Meu irmão, que na época deveria ter uns 2 anos, teve a idéia de pegar a aliança e jogar no buraco da pia. Era uma daquelas pias antigas, que tinha uma abertura na cuba. não sei para que.

Cresci ouvindo esta história. Minha mãe, já que meu pai nao tinha mais aliança, também parou de usar a dela.

Pois bem, agora estamos reformando o banheiro. Imaginem minha emoção ao chegar em casa estes dias e meu pai vir me mostrar que, quando quebraram a pia, lá estava a aliança.
Quase 35 anos se passaram! E a aliança lá, inteira, quietinha. Meu pai, homem que é, perguntou "E agora, o que eu vou fazer com isso? " E eu, sem pensar duas vezes: "Dê ela para mim". Vou usar numa corrente, com muito orgulho, muito amor e muita saudade.